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Acreditar nas pessoas e em seu poder de mudança, conhecer os limites e os direitos das pessoas em sociedade e a importância da solidariedade. Vejo o Caminho Aberto como um local onde os alunos sempre tiveram voz, para opinar, questionar e criticar. Sobre as matérias, as aulas e o que viesse à pauta.

Quando penso no tempo que passei na Escola Caminho Aberto me vem à cabeça momentos de alegria, liberdade. Entrei no CAMB com 2 anos de idade e me lembro até hoje de quando minha mãe me levou para conhecer outras escolas, logo quando iria entrar na primeira série (hoje segundo ano), o discurso era o seguinte:

"Meu filho já esta crescendo, não vou deixa-lo em escola pequena, ele tem que ir pra uma escola forte, desde já! Se não fica pra trás e depois não se acostuma"

Visitei varias escolas e não queria sair do CAMB de jeito nenhum, eu me sentia em casa, e na visão de uma criança me apoiei nos detalhes e dessa resposta me recordo até hoje:

"Mãe, eu não quero ir pra esses outros lugares, essas escolas chatas de muro CINZA, lá no Caminho Aberto é muito mais alegre, eles têm muro AMARELO"

E na época isso foi mais do que o suficiente para convencer os meus pais. Depois disso, nunca mais quis sair, estudei até lá até os 14 anos de idade. Hoje vejo essa época como uma década de grandes momentos, de crescimento e aprendizado.

Caso me perguntassem: O que você aprendeu na escola?

A resposta seria:

“A acreditar nas pessoas e em seu poder de mudança, a conhecer os limites e os direitos das pessoas em sociedade e a importância da solidariedade. Vejo o Caminho Aberto como um local onde os alunos sempre tiveram voz, para opinar, questionar e criticar. Sobre as matérias, as aulas e o que viesse à pauta”.

Caso me perguntassem: "Valeu a pena?"

- Sim! Muito!

Agradeço a todos os meus mestres!

Engº Charles Renda Sepulchre (ex-aluno)